COMEX: Projeto mergulho cientifico - Nereide I
Projeto Nereide I: Viver e trabalhar embaixo d’àgua,
base para os trabalhadores do mar.
Nomes apresentados em ordem alfabética :
1 - AVON Michel;
2 - AUDAT, Jean Guy Marcel;
3 - DABADIE, Pierre;
4 - GARDETTE, Bernard;
5 - MARTIN - CHAVE, François ;
6 - PASSOT, Pierre ;
7 - POULLAN, Rene ;
8- SEZE, Gerard.
Traduzido do artigo original de Michel Philippe BARET do jornal PROVENCE de Marseille (sd)
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Fonte : Fotografia original acervo Pierre Passot (Cedida por um membro da equipe) |
A COMEX
Foi à primeira empresa mundial de engenharia e tecnologia de intervenções
humanas ou robotizadas submarinas . Esta empresa foi criada em Marseille no ano de 1962 por Henrique German Delauze. No centro experimental hyperbàrico os cientistas abriram novos horizontes de pesquisas durante
muitos anos, com a colaboração de seus profissionais mergulhadores, médicos,
psicólogos entre outros.
A primeira experiência com mergulhadores em
profundidade para avaliar o tempo de permanência e o tempo de subida para superfície ocorreu neste mesmo ano da criação da COMEX,
porém foi através do trabalho do oceanógrafo Jacques Yves Cousteau. Neste
projeto de JYC, dois inconvenientes permaneceram, foram dois eixos vencidos, a “narcose” conhecida
como embriaguez de profundidade e a parada obrigatória para descompressão.
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Foto retirada do site Comex 2014 |
O projeto
da COMEX de cunho cientifico denominado Nereide I obteve o sucesso
desejado. Este projeto teve como objetivo estudar o comportamento de
homens em situação experimental a
profundidades que variaram de 15 e 75 metros, durante 8 dias utilizando
sempre o ar .
Pierre
Passot participou de numerosos experimentos e programas de pesquisas científicos
em mergulho profundo entre eles o projeto Nereide I na COMEX.
O
sucesso desta experiência original foi, sobretudo constatado nos testes de
neurofisiologia e psicotécnicos elaborados pela equipe do Dr. Xavier
Fructus encarregado da missão de
examinar os mergulhadores na saída e na chegada desta magnífica experiência. Sendo
considerado, na época, um enorme avanço resolvendo estes dois eixos até então
insolúveis, comprometendo a vida de muitos mergulhadores, trabalhadores das
profundezas do mar.
Nas
palavras do Dr. Fructus «normalmente um
mergulhador não pode ficar a sessenta metros de profundidade mais que vinte
minutos. Porque ele deve , quando subir, efetuar longas paradas. Podemos dizer hoje
que a partir de um habitat submarino, o mergulhador poderá trabalhar mais de
uma hora no mesmo nível e subir mais rapidamente para sua base. «Estamos com os
horizontes abertos.»
Os
oito mergulhadores participantes deste projeto ficaram oito dias em caixas
hyperbaricas a um nível de saturação de quinze metros. Estes homens fizeram
varias inversões de níveis, 42, 60 e 75 metros. A narcose desapareceu e as
durações das paradas ficaram cinco vezes menores.
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